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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente estudo teve como principal objetivo examinar a potencial relação entre o quiet quitting e a síndrome de burnout, e o papel das diferentes gerações nessas questões. Para tal, foram formuladas duas hipóteses: (H1) o burnout está positiva e significativamente relacionado com o quiet quitting, atuando como um preditor deste comportamento; (H2) existem diferenças estatisticamente significativas nos níveis de burnout e quiet quitting entre as diferentes gerações (Baby Boomers, Geração X, Millennial e Geração Z). A pesquisa, de natureza quantitativa, utilizou um inquérito online com uma amostra de 420 participantes. A medição dos fenómenos foi feita através da Escala do Quiet Quitting (QQS) e da Escala OLBI (para o Burnout). A análise estatística incluiu testes de confiabilidade, correlações de Pearson, análises de variância (ANOVA) e análises de regressão linear. Os resultados indicaram que o burnout é um preditor positivo e estatisticamente significativo do quiet quitting. No entanto, não foram encontradas diferenças relevantes nos níveis de quiet quitting ou burnout entre os grupos geracionais, contrariando a perceção de que as gerações mais jovens tendem a aplicar comportamentos silenciosos.
Descrição
Palavras-chave
Quiet Quitting Burnout Gerações
