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- Saúde Mental dos colaboradores que trabalham por turnosPublication . Silva, Ana Rita Reis daO objetivo deste trabalho teve como principal foco a perceção do impacto do trabalho por turnos na saúde mental de colaboradores de diversos setores de atividade. O estudo centrou-se na análise dos níveis de stress e da problemática da síndrome de burnout entre os profissionais. A recolha dos dados foi efetuada através de um questionário composto por dois instrumentos traduzidos e validados para a população portuguesa: a OLBI (Oldenburg Burnout Inventory), aprovada por Sinval et al. (2019), e a EADS (Escala de Ansiedade, Depressão e Stress), validada por Pais Ribeiro et al. (2004).
- Quiet Quitting e Burnout: Análise da Relação e Estudo Comparativo entre Diferentes GeraçõesPublication . Silva, Maria Inês Reis daO presente estudo teve como principal objetivo examinar a potencial relação entre o quiet quitting e a síndrome de burnout, e o papel das diferentes gerações nessas questões. Para tal, foram formuladas duas hipóteses: (H1) o burnout está positiva e significativamente relacionado com o quiet quitting, atuando como um preditor deste comportamento; (H2) existem diferenças estatisticamente significativas nos níveis de burnout e quiet quitting entre as diferentes gerações (Baby Boomers, Geração X, Millennial e Geração Z). A pesquisa, de natureza quantitativa, utilizou um inquérito online com uma amostra de 420 participantes. A medição dos fenómenos foi feita através da Escala do Quiet Quitting (QQS) e da Escala OLBI (para o Burnout). A análise estatística incluiu testes de confiabilidade, correlações de Pearson, análises de variância (ANOVA) e análises de regressão linear. Os resultados indicaram que o burnout é um preditor positivo e estatisticamente significativo do quiet quitting. No entanto, não foram encontradas diferenças relevantes nos níveis de quiet quitting ou burnout entre os grupos geracionais, contrariando a perceção de que as gerações mais jovens tendem a aplicar comportamentos silenciosos.
