| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 620.41 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre o comportamento agressivo em jovens universitários e a flexibilidade cognitiva e a regulação emocional. A amostra foi composta por 70 estudantes universitários, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, aos quais foram aplicados instrumentos validados para a população portuguesa, tais como o Buss-Perry Aggression Questionnaire (BPAQ), a Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS) e o Cognitive Flexibility Inventory (CFI). Assim, os resultados indicaram que níveis mais baixos de flexibilidade cognitiva se associam a níveis mais elevados de comportamento agressivo (r=-.612) enquanto maiores dificuldades na regulação emocional predizem significativamente a agressividade (r=.748). O sexo não apresentou diferenças estatisticamente significativas (t(68)=0.507 p=.614). A análise de regressão múltipla demonstrou que tanto a flexibilidade cognitiva como a regulação emocional são preditores significativos do comportamento agressivo, explicando conjuntamente uma proporção substancial da variância (β=0.757 p<.001 Regulação emocional; β=-0.753 p<.001). Estes resultados destacam a relevância de intervenções psicológicas que promovam competências de autorregulação emocional e de adaptação cognitiva, com vista à prevenção de comportamentos agressivos em contextos universitários e à promoção do bem-estar psicológico dos jovens adultos.
Descrição
Palavras-chave
comportamento agressivo flexibilidade cognitiva regulação emocional
