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- ATRATIVIDADE ORGANIZACIONAL NAS GERAÇÕES X E Z: um estudo qualitativoPublication . Silva, Marta Sofia Fonseca daAs particularidades dos indivíduos que compõem as diferentes gerações têm sido discutidas tanto no contexto académico, bem como no organizacional. Observa-se que determinados valores são mais relevantes para uma geração do que para outra. Assim, o objetivo central deste estudo consiste em identificar os fatores que contribuem para a atração e retenção de profissionais das gerações X e Z nas organizações. Para atingir esse objetivo, foi fundamental clarificar conceitos-chave através da análise da literatura. Posteriormente, foram realizadas entrevistas semiestruturadas, sendo os dados analisados através de análise temática. Os principais temas emergentes foram: cultura e clima organizacional, liderança e gestão, benefícios e incentivos e, por fim, progressão e desenvolvimento de carreira. Os resultados revelam que, embora haja pontos comuns entre as gerações, há também diferenças significativas nas motivações e prioridades. As limitações do estudo prendem-se com a diversidade limitada do grupo de participantes e com a reduzida abertura por alguns durante as entrevistas.
- Atitudes de crianças em idade pré-escolar face à deficiência física: Papel de variáveis pessoais e parentaisPublication . Moreira, Ana Catarina RosaA inclusão efetiva de crianças com deficiência exige a criação de ambientes educativos que promovam a aceitação, a participação e o envolvimento ativo de todos/as os/as alunos/as. Neste processo, as atitudes das crianças face à deficiência assumem um papel fundamental, quer na qualidade das relações sociais quer no bem-estar dos pares com deficiência. Compreender os fatores que moldam essas atitudes é essencial para a construção de ambientes educativos inclusivos. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo principal analisar as atitudes de crianças em idade pré-escolar face à deficiência física e a influência de variáveis pessoais e parentais. Participaram 82 crianças entre os 3 e os 6 anos de idade (50% do género feminino) e os respetivos pais/responsáveis. Recorreu-se à Escala de Atitudes das Crianças face à Deficiência Física (Maftei & Gherguţ, 2023), à Escala Multidimensional de Atitudes perante Pessoas com Deficiência (MAS, Findler et al., 2007), à Escala de Empatia Básica - Adultos (BES-A, Jolliffe & Farrington, 2006; adaptação portuguesa de Pechorro & Gonçalves, 2015; Pechorro et al., 2018) e ao Questionário de Estilos e Dimensões Parentais (QDEP, Robinson et al., 2001; adaptação portuguesa de Pedro et al., 2015).
