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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O objetivo principal do presente estudo foi avaliar o papel da Inteligência Emocional (IE) na Resolução de Conflitos (RC) organizacionais e no Bem-Estar no Trabalho (BET). A metodologia utilizada foi uma abordagem quantitativa, aplicando um questionário com três escalas - a escala de Wong and Law Emotional Intelligence (WLEIS-P); escala de Rahim Organizational Conflict Inventory (ROCI-II) e a escala de bem-estar no Trabalho (EBET) - a 402 trabalhadores portugueses. O tratamento dos dados foi efetuado com recurso ao SPSS, com a macro Process de Hayes.
A análise da amostra mostrou que a IE está positivamente associada a estratégias de RC mais eficazes, sugerindo que pessoas emocionalmente inteligentes tendem a escolher abordagens que promovem um ambiente de trabalho mais saudável e colaborativo. Além disso, com este estudo, podemos constatar que o BET atua como um fator mediador entre a IE e os estilos de RC integração, dominação e compromisso. Quando os colaboradores se sentem bem, tendem a escolher abordagens mais colaborativas e menos confrontativas na RC, o que potencia a satisfação individual e a cooperação no ambiente de trabalho. Os dados demonstram também que fatores como escolaridade e idade influenciam a IE e os estilos de RC. A escolaridade contribui para o aumento da IE, pois expõe os indivíduos a situações sociais e profissionais mais complexas, o que leva a um desenvolvimento da IE
Descrição
Palavras-chave
Gestão Emocional Inteligência Emocional Resolução de Conflitos Organizacionais
