| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1021.18 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As experiências adversas na infância têm sido identificadas como fatores de risco para o desenvolvimento de patologias físicas e psicológicas, manifestando-se inclusive na vida adulta. Assim, foi realizada uma revisão sistemática com o objetivo de investigar a relação entre experiências adversas na infância e alterações neuropsicológicas e psicofisiológicas associadas ao comportamento agressivo. Mediante a pesquisa de três bases de dados – Web of Science, EBSCO e Pubmed – foram analisados 16 estudos empíricos transversais e longitudinais. Publicados desde 2020 até 2024, que avaliavam a relação entre as experiências adversas na infâncias e alterações neurobiológicas em pessoas com comportamento agressivo, com metodologias de neuroimagem e medidas autonómicas. O risco de viés foi avaliado pelas listas de verificação dos Instrumentos de Avaliação e Revisão Estatística do Joanna Briggs Institute. Um total de 16 artigos analisados, 12 artigos (75%) reportaram estudos transversais, 3 estudos longitudinais (19%) e 1 estudo (7%) reportou estudos longitudinais e transversais. A revisão de 13 estudos (81%) demonstrou uma associação significativa entre adversidades precoces – como abuso físico, sexual, negligência e parentalidade severa – e alterações em regiões cerebrais ligadas ao controlo da impulsividade, como o córtex orbitofrontal, tálamo e córtex cingulado anterior.
Descrição
Palavras-chave
experiências adversas na infância trauma infantil regulação emocional
