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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Apesar da constante evolução da tecnologia, bem como a medicina, verifica-se,
ainda, uma elevada incidência de novos casos relativamente ao cancro – doença
caracterizada por uma mutação genética nas células somáticas e germinativas do
nosso organismo. Dos 19,3 milhões de novos casos de cancro por ano, 10 milhões
resultam em morte, sendo, a taxa de mortalidade mais elevada nos países em
desenvolvimento do que nos países desenvolvidos. Relativamente ao cancro da
mama, mais comum no sexo feminino, verifica-se um milhão de novos casos por ano,
sendo que a taxa de sobrevivência se encontra nos 80% nos países desenvolvidos e,
por outro lado, 40% nos países em desenvolvimento. Relativamente a Portugal,
verificamos que 11,6% dos novos casos de cancro correspondem ao cancro da
mama, sendo que apenas 6,2% resultam em morte, realçando, assim, o avanço que
o tratamento oncológico do cancro da mama tem sofrido nos últimos anos. Contudo,
apesar da constante evolução da medicina, com consequente evolução no tratamento
do cancro da mama, verifica-se, ainda, uma vasta rede indesejável de eventos
colaterais ao tratamento do mesmo devido à toxicidade imprimida pela farmacologia
presente na quimioterapia, diminuindo a eficácia do tratamento e qualidade de vida
do paciente, levando, então, à necessidade de encontrar novos meios que ajudem o
paciente oncológico a ultrapassar as barreiras surgidas durante e após a sua jornada
do tratamento oncológico. Deste modo, nos últimos anos tem-se investigado o papel
do exercício no colmatar de certos eventos colaterais ao tratamento oncológico, na
eficácia do tratamento, bem como na melhoria da qualidade de vida do paciente
oncológico.
Descrição
Palavras-chave
Cancro da mama Evento Adverso Exercício Físico
