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- Internacionalização de Empresas Portuguesas: Entre Modelos Teóricos e Práticas: Empíricas Um estudo qualitativo comparativo entre uma PME e uma grande empresaPublication . Cruz, Bruno CastroA internacionalização tem-se afirmado como uma estratégia essencial para muitas empresas portuguesas, sobretudo perante a limitação do mercado interno e o aumento da concorrência global. Este trabalho teve como principal objetivo perceber se, no momento de internacionalizar, as empresas seguem conscientemente algum modelo teórico ou se atuam de forma mais prática, adaptada ao contexto. Para isso, optou-se por uma investigação de natureza qualitativa, com base em entrevistas semiestruturadas feitas a um profissional com experiência direta no processo de internacionalização de uma PME e de uma grande empresa. Contou-se também com a ajuda de dados exteriores, vindos de entrevistas realizadas a outras empresas. A análise permitiu perceber que as empresas iniciaram o processo por mercados próximos, seguindo uma lógica gradual e cautelosa, muito próxima do que é defendido pelo modelo de Uppsala.
- Avaliação da Adaptação Psicossocial em Adolescentes Autores de Homicídio e Latrocínio: Um Estudo com a Prova de RorschachPublication . Machado, Jeane Carla Novaes PereiraO perfil psicológico de adolescentes autores de crimes violentos permanece pouco conhecido. Este estudo avaliou a adaptação psicossocial de adolescentes brasileiros autores de homicídio e latrocínio, institucionalizados, utilizando a prova de Rorschach segundo o Sistema Aníbal Silveira (Silveira,1985), em uma amostra de jovens (N= 24; 91.66% do sexo masculino) com idades entre 14 e 20 anos (M= 17.35; DP= 1.2). Os resultados indicaram dificuldades significativas de adaptação à realidade, déficits na integração perceptivo-cognitiva, limitações na internalização de normas sociais e vínculos emocionais pouco elaborados, além de tendência à impulsividade e dificuldades no controle das emoções. Identificaram-se diferentes perfis psicológicos, variando entre déficits cognitivos, comprometimento relacional e desorganização afetivo-cognitiva, sugerindo múltiplos fatores de desadaptação psicossocial que comprometem a capacidade desses adolescentes de lidar com as demandas sociais e emocionais do cotidiano. Os achados ressaltam a necessidade de intervenções especializadas voltadas ao desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais, de modo a favorecer a reintegração social desses jovens.
