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Re-autoria, imaginação e mudança.

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Resumo(s)

Neste texto pretende-se enfatizar o papel determinante que a imaginação ocupa no uso da metáfora narrativa em psicoterapia, na medida em que permite a emergência da diferença necessária para a mudança discursiva. Assim, propõe-se que a terapia narrativa de re-autoria, na versão desenvolvida por White e Epston (1990), intencionaliza o uso da imaginação como ferramenta terapêutica essencial para atingir os seus objectivos. A nossa centração na imaginação prende-se com a convicção de que a capacidade do terapeuta e dos clientes imaginarem possibilidades alternativas na vida das pessoas é mais distintiva da terapia narrativa, do que o uso de qualquer estratégia terapêutica ou prática discursiva específicas (como a externalização). Desta forma, o objectivo do presente artigo é convidar e encorajar os terapeutas desta abordagem a libertarem-se das narrativas dominantes quanto à forma “correcta” de fazer terapia narrativa.

Descrição

Palavras-chave

Re-autoria; Terapia Narrativa; Imaginação; Mudança; Terapia de Casal

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