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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Devido à natureza intermitente do jogo de futebol, no qual os jogadores são submetidos a uma variedade de ações repetidas de alta intensidade intercaladas com
períodos de recuperação inadequada, a fadiga de baixa frequência poderá ser uma consequência relevante. Até recentemente, a sua avaliação estava restrita a ambiente de
laboratório. Contudo, a emergência de novas tecnologias permite agora a sua realização frequente em ambiente ecológico. O objetivo da presente dissertação passou por
investigar a pertinência da avaliação da fadiga de baixa frequência dos músculos extensores do joelho como instrumento de monitorização de fadiga neuromuscular em
jovens jogadores de futebol de elite. Foram analisados os padrões da recuperação da fadiga de baixa frequência nas 48 horas subsequentes à competição oficial de futebol,
bem como a magnitude das associações entre a sua variação e marcadores neuromusculares e subjetivos da recuperação, ao longo do mesmo período.
Adicionalmente, aferiu-se as associações entre os valores diários de fadiga de baixa frequência e variações agudas na carga de treino ao longo de um microciclo padrão de
futebol, durante o período competitivo. A fadiga de baixa frequência foi calculada a partir do rácio da força produzida pelos músculos extensores do joelho após um protocolo
predefinido envolvendo uma série de electroestimulações de baixa/alta frequência.
Descrição
Palavras-chave
recuperação rendimento competição
