Sousa, Diana Cristina Neves2026-02-262026-02-262024-11-07http://hdl.handle.net/10400.24/2826O luto por morte de alguém significativo constitui um processo natural e adaptativo, que emerge em resposta à perda de um ente querido. No entanto, uma minoria dos enlutados pode desenvolver luto prolongado (LP), caracterizado por uma dificuldade persistente de adaptação que afeta significativamente a qualidade de vida e o bem-estar psicossocial. As intervenções em grupo têm demonstrado eficácia na mitigação dos sintomas psicopatológicos associados ao LP, promovendo o desenvolvimento de estratégias de coping adaptativas e uma reconstrução significativa da experiência de perda. Este estudo qualitativo, realizado com oito participantes submetidos/as a 12 sessões quinzenais de terapia em grupo, com duração de 120 minutos, visa compreender o impacto da aliança terapêutica (AT) e da presença terapêutica (PT) nas suas vivências.porluto prolongadointervenção em grupoaliança terapêuticaSinergia Terapêutica: A importância da Aliança Terapêutica e da Presença Terapêutica pela voz dos participantes numa intervenção em grupo para o luto prolongadomaster thesis