Pinto, Tiago António Cardoso2024-01-232022-07http://hdl.handle.net/10400.24/2437Apesar da constante evolução da tecnologia, bem como a medicina, verifica-se, ainda, uma elevada incidência de novos casos relativamente ao cancro – doença caracterizada por uma mutação genética nas células somáticas e germinativas do nosso organismo. Dos 19,3 milhões de novos casos de cancro por ano, 10 milhões resultam em morte, sendo, a taxa de mortalidade mais elevada nos países em desenvolvimento do que nos países desenvolvidos. Relativamente ao cancro da mama, mais comum no sexo feminino, verifica-se um milhão de novos casos por ano, sendo que a taxa de sobrevivência se encontra nos 80% nos países desenvolvidos e, por outro lado, 40% nos países em desenvolvimento. Relativamente a Portugal, verificamos que 11,6% dos novos casos de cancro correspondem ao cancro da mama, sendo que apenas 6,2% resultam em morte, realçando, assim, o avanço que o tratamento oncológico do cancro da mama tem sofrido nos últimos anos. Contudo, apesar da constante evolução da medicina, com consequente evolução no tratamento do cancro da mama, verifica-se, ainda, uma vasta rede indesejável de eventos colaterais ao tratamento do mesmo devido à toxicidade imprimida pela farmacologia presente na quimioterapia, diminuindo a eficácia do tratamento e qualidade de vida do paciente, levando, então, à necessidade de encontrar novos meios que ajudem o paciente oncológico a ultrapassar as barreiras surgidas durante e após a sua jornada do tratamento oncológico. Deste modo, nos últimos anos tem-se investigado o papel do exercício no colmatar de certos eventos colaterais ao tratamento oncológico, na eficácia do tratamento, bem como na melhoria da qualidade de vida do paciente oncológico.porCancro da mamaEvento AdversoExercício FísicoExercício físico e cardiotoxicidade em doentes com Cancro da Mama - Programa Mama_Move Gaia On Treatmentreport